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Correspondentes em África são sobretudo freelancers e precários - tese

Lusa

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Lisboa, 28 set (Lusa) -- Os correspondentes que cobrem África, continente com "um histórico de exclusão" mediática, são sobretudo freelancers e tendencialmente precários, conclui o jornalista Paulo Nuno Vicente, em tese de doutoramento.

"Essencialmente, os repórteres internacionais em África são freelancers, que suprem necessidades informativas dos maiores órgãos [de comunicação] do mundo", resume o autor da tese "The socio-demographics, professional culture and newswork of foreign correspondents working across Sub-Saharan Africa" (no original).

Realizada ao abrigo do programa UT Austin/Portugal e recentemente defendida na Universidade Nova de Lisboa, a tese resulta de trabalho de campo efetuado em 2012 e de respostas de 124 participantes de 41 países.