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Constantino desafia governo a reformular modelo de financiamento das federações

Lusa

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Lisboa, 23 mai (Lusa) -- O presidente do Comité Olímpico de Portugal, José Manuel Constantino, disse hoje não entender os cortes no apoio ao desporto, em virtude das "crescentes receitas" das apostas desportivas, desafiando a "reformular o modelo de financiamento".

"O financiamento através do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) tem origem em verbas consignadas na sua origem para o desenvolvimento desportivo, oriundas das apostas mútuas desportivas. São a parte mais significativa do financiamento público. Essas verbas não podem ter um destino diferente. Não entendo em que programas já contratualizados o Estado vai fazer os cortes", vincou.

Em declarações à agência Lusa, o dirigente falava sobre o "corte cego" de 20 por cento para o alto rendimento de todas as federações, bem como a redução adicional de nove por cento (no total de 18 por cento) feito pelo IPDJ nos contratos celebrados em março sobre o desenvolvimento da prática desportiva e enquadramento técnico, 24 horas após a tutela prometer explicar os cortes antes de os aplicar.