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Conselho de Estado: "O povo não pode ser mais castigado do que já foi" - Jardim

Lusa

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Funchal, 23 set (Lusa) - O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, considerou hoje que "o povo não pode ser mais castigado do que já foi" e classificou o Conselho de Estado como um "sinal de esperança" para o país.

"O povo não pode ser mais castigado do que já foi e sinal de esperança foi a atitude que tomou o Conselho de Estado, no qual tomei parte esta semana, no sentido de parar com coisas que estavam mal e que iam explorar mais os trabalhadores portugueses", disse o governante madeirense na sessão de encerramento da XXII Festa da Sidra, na freguesia de Santo António da Serra, no concelho de Santa Cruz.

No seu discurso, Alberto João Jardim falou da autonomia, dos investimentos públicos, das razões da atual dívida pública da Madeira e lembrou que, nos últimos 36 anos, o Estado português não pagou os custos da Saúde e da Educação como obriga a Constituição Portuguesa, encargos de 9 mil milhões de euros que foram assumidos pela Região, 3 mil milhões de euros mais elevados que a dívida pública regional cifrada em 6,3 mil milhões de euros.