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Conjuntura: "Não podemos fazer cortes cegos" na despesa - Oliveira Martins

Lusa

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Lisboa, 25 set (Lusa) -- O presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d´Oliveira Martins, defendeu hoje que não se podem "fazer cortes cegos" relativamente à despesa, nomeadamente na educação e na saúde.

Oliveira Martins sublinhou também, num encontro hoje em Lisboa sobre justiça tributária, a importância do cumprimento do memorando da 'troika' (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu) para a credibilidade de Portugal, mas avisou que não pode ser exigido aos contribuintes mais do que as suas capacidades.

"Não é possível retirar ao contribuinte mais do que aquilo que ele pode", afirmou Guilherme d' Oliveira Martins, salientando que os impostos são um instrumento "fundamental" numa democracia, mas que tem de ser respeitado o princípio das capacidades contributivas.