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Cientistas portugueses descobrem mecanismo que pode reduzir agressividade da malária

Lusa

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Lisboa, 15 nov (Lusa) - Cientistas do Instituto Gulbenkian da Ciência (IGC) descobriram que o desenvolvimento de formas severas de malária pode ser prevenido pelo controlo da acumulação de ferro nos tecidos do organismo infetado, mecanismo a utilizar como nova terapêutica.

A equipa liderada por Miguel Soares descobriu que "a expressão de um gene que neutraliza o ferro dentro das células, designado por H-Ferritina, reduz o stress oxidativo, prevenindo danos no tecido e morte do organismo infetado".

Este mecanismo protetor "pode servir como uma nova estratégia terapêutica contra a malária", refere um comunicado do IGC.