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Chumbo/TC: Reformados bancários estudam avançar contra cortes das pensões nos tribunais

Lusa

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Lisboa, 16 abr (Lusa) -- Os reformados bancários encaram a "possibilidade" de avançar com ações coletivas para os tribunais administrativos, contra a Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES), norma que o Tribunal Constitucional deixou de fora do conjunto de disposições do Orçamento do Estado que vetou.

"Vamos analisar o acórdão do Tribunal Constitucional, não concordamos com ele [ao não vetar o CES, que prevê cortes nas pensões acima de 1.350 euros], estamos a ver a possibilidade de eventualmente avançarmos com ações coletivas para os tribunais administrativos. Todavia, isto leva tempo. Estamos a amadurecer a situação, estamos numa situação de análise", disse hoje aos jornalistas Modesto Morais, presidente da Associação dos Reformados e Pensionistas Bancários.

"Queremos hoje desmistificar as nossas fortunas", começou por dizer Afonso Diz, presidente do Sindicato Nacional dos Quadros Técnicos Bancários, numa conferência de imprensa conjunta, em que os dirigentes das duas estruturas de defesa dos pensionistas bancários fizeram questão de distribuir pelos jornalistas uma tabela em que dão conta de que o valor máximo de uma pensão de reforma no setor é de 2.344 euros brutos (e o mínimo de 480,15 euros], acrescidos de diuturnidades e complementos.