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CGTP/Congresso: Arménio Carlos desvaloriza abstenções e advoga que este não é um projeto "individual"

Lusa

Lisboa, 28 jan (Lusa) - O recém-eleito secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, desvalorizou hoje as 28 abstenções na votação que lhe atribuiu o cargo à frente da Intersindical e justifica que a central "é uma organização plural" e não "um projeto individual".

"Parece que estamos a fazer desta votação uma votação em torno de uma pessoa e isto não é um projeto individual, é um projeto coletivo que tem um Conselho Nacional, que tem uma Comissão Executiva e dentro [deste órgão] aparece um secretário-geral que apenas e só tem de coordenar o trabalho coletivo, não é órgão e isto não se pode individualizar, tem de ser visto numa perspetiva coletiva", afirmou Arménio Carlos.

Ao fim de quase três horas de reunião do novo Conselho Nacional, eleito na sexta-feira à noite no XII Congresso da CGTP, Arménio Carlos foi designado esta madrugada o novo secretário-geral da central sindical para o próximo quadriénio com 113 votos a favor e 28 brancos, sucedendo assim a Manuel Carvalho da Silva, que abandona o cargo por uma questão de idade.