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CGTP-IN recusa negociar corte de 4% nos salários do Estado

Lusa

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Lisboa, 18 mai (Lusa) - O secretário-geral da CGTP-IN, Arménio Carlos, afirmou hoje à Lusa que a possibilidade de haver um corte de 4 por cento nos salários dos funcionários públicos "é inadmissível" e que nesta questão "não há nada para negociar".

O jornal Expresso noticia hoje que o ajustamento da política de remunerações dos funcionários públicos, decorrente das negociações com a 'troika' (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu), implica um corte médio de 4% nos salários dos trabalhadores do Estado.

"É uma posição inadmissível que a CGTP rejeita unilateralmemnte, desde logo porque estamos a ser confrontados com cortes sucessivos de salários e pensões quer dos trabalhadores da administração pública, quer dos trabalhadores em termos gerais e pensionistas", disse Arménio Carlos.