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CGTP defende "fim do memorando" em vez da "refundação"

Lusa

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Covilhã, 30 out (Lusa) - O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, disse hoje não estar disponível para a "refundação", mas sim para o "fim do memorando" de ajuda externa a Portugal e recusa qualquer alteração às funções sociais do Estado.

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, anunciou na segunda-feira um convite ao PS para uma "refundação do programa de ajustamento", com reavaliação das funções do Estado para cortar na despesa de modo a evitar um segundo resgate a Portugal.

Questionado pelos jornalistas, na Covilhã, sobre as palavras de Passos Coelho, o líder sindical referiu que "a CGTP está disponível para continuar a exigir o fim do memorando e a fazer tudo para defender as funções sociais do Estado".