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Cervejeiras pedem requisição civil nos portos para evitar prejuízo que pode chegar aos 10 milhões

Lusa

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Lisboa, 08 nov (Lusa) - A Associação Portuguesas de Produtores de Cerveja (APCV) pediu ao Governo que avance com a requisição civil para atenuar o impacto da greve dos portos e admitiu que os prejuízos podem atingir dez milhões de euros.

Depois de outras associações de empresários, como a Associação Comercial de Lisboa e a Federação das Indústrias Agro-Alimentares, terem lançado este apelo, foi agora a vez de António Pires de Lima, presidente da APCV e da Unicer, invocar o "desespero" da indústria cervejeira, que se viu confrontada com um novo pré-aviso de greve que estenderá as paralisações nos portos portugueses até dia 27 de novembro.

"Estou a fazer um apelo público porque estamos a entrar numa situação de algum desespero por não vermos um fim à vista para uma greve que já dura há dois meses", disse à Lusa António Pires de Lima, defendendo "uma requisição que garanta os serviços mínimos nos portos que estão a ser mais afetados, nomeadamente Lisboa e Setúbal".