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CEMGFA diz não desejar mais cortes para Forças Armadas e adverte para limites de funcionamento

Lusa

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Lisboa, 05 fev (Lusa) - O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) disse hoje que gostava de não ter de fazer mais cortes na instituição militar, advertindo que "há uma linha a partir da qual as Forças Armadas deixam de funcionar".

Em declarações à Lusa e à Antena 1 no final de uma reunião à porta fechada da comissão parlamentar de Defesa, o general Luís Araújo vincou que o orçamento de funcionamento das Forças Armadas baixou 23% desde 2009 e que "não há dinheiro a mais" na instituição militar.

O principal chefe militar disse desconhecer qual o valor que as Forças Armadas têm de cortar no âmbito da reforma do Estado, e que ainda "não se fizeram as contas", e confessou preferir que "não fosse nada".