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"Caso Nacional" devia ter morrido à nascença -- advogada

Lusa

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Funchal, 04 nov (Lusa) -- A advogada do ex-dirigente do Nacional João Machado, atual diretor dos Assuntos Fiscais da Madeira, afirmou hoje, no julgamento do processo relacionado com crimes de fraude e branqueamento de capitais, que o caso devia ter "morrido à nascença".

"O processo devia ter morrido à nascença e, não tendo acontecido isso, está a consumir tempo, dinheiro e tudo o mais ao Estado sem necessidade alguma", disse Micaela Afonso nas alegações finais do "caso Nacional", nas Varas de Competência Mista do Funchal.

A causídica questionou: "Se só estamos cá por factos ocorridos em 2005 [quando João Machado já não era dirigente do clube], os restantes foram discriminalizados pelo Regime Excecional de Regularização Tributária, a pergunta fulcral, é o que estamos aqui a fazer?".