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Caso BCP: Jardim Gonçalves reitera que banco foi "tomado de assalto" pelo poder

Lusa

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Lisboa, 10 dez (Lusa) - O fundador do BCP, Jardim Gonçalves, arguido no processo instaurado pelo regulador dos mercados, reforçou hoje estar inocente dos factos que lhe estão imputados e acusou as autoridades políticas e regulatórias de terem "tomado de assalto" o banco.

"Nada fiz que revele as infrações que me são imputadas pela CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários). Nem a mim nem aos outros arguidos", afirmou Jardim Gonçalves, no seu depoimento final realizado hoje de manhã no Tribunal de 1.ª Instância, em Lisboa.

O antigo banqueiro frisou que "hoje é claro que o banco foi tomado de assalto", deixando implícito que se tratou de um processo político com o objetivo de afastar a equipa de gestão que liderava o banco.