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Carlos Gomes Júnior assume-se como "candidato natural" à presidência da Guiné-Bissau

Lusa

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Lisboa, 22 jan (Lusa) - O primeiro-ministro deposto da Guiné-Bissau assumiu-se hoje como "candidato natural" à presidência do país e responsabilizou a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) pelo eventual adiamento das eleições, previstas para abril.

"Há um compromisso assumido pela CEDEAO quanto ao período de transição. (...) Se não pode ser cumprido o período de transição como estava estabelecido, a única responsabilidade cabe à CEDEAO", disse Carlos Gomes Júnior, contactado pela Lusa para comentar declarações recentes que apontam para o provável adiamento das eleições no país.

O acordo de transição na Guiné-Bissau, assinado em maio após o golpe de Estado de 12 de abril, previa a realização de eleições no prazo máximo de um ano, mas nos últimos tempos avolumam-se as vozes dos que não acreditam em tal possibilidade.