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Caracas considera uma "agressão" a recusa de aterragem de Presidente Evo Morales

Lusa

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Caracas, 03 jul (Lusa) - A Venezuela assumiu hoje como uma "agressão" a recusa de Portugal e da França, na terça-feira, da aterragem para reabastecimento do avião do Presidente da Bolívia, Evo Morales, por suspeitas de que a bordo estaria o ex-agente norte-americano Edward Snowden.

"A Venezuela assume isto como uma própria agressão (...) e exortamos a todos os países da América Latina e das Caraíbas, as suas organizações, a União de Nações da América do Sul, a Comunidade de Estados Latinoamericanos e das Caraíbas, Petrocaribe e Alba, a pronunciar-se contra este atropelo e contra este atentado", disse o ministro de Relações Exteriores da Venezuela, Elías Jaua.

Em declarações ao canal de televisão multiestatal Telesul, o ministro venezuelano assegurou tratar-se de uma "verdadeira violação de qualquer norma de preservação da imunidade de um Presidente da República e da soberania dos países e dos voos oficiais", pela qual responsabilizou "os Estados Unidos e todos os governos que lhe negaram autorização de voo ao avião presidencial do irmão Presidente Evo Morales".