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Cacadores furtivos abateram cinco mil elefantes em reserva do norte de Mocambique

Lusa

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Lichinga, Moçambique, 28 mar (Lusa) - A caça furtiva de elefantes, para o tráfico de marfim, sobretudo no interior da Reserva do Niassa, no norte de Moçambique, provocou a morte de cinco mil animais nos últimos anos, disse hoje à Lusa fonte governamental.

Os dentes de elefantes têm sido alvos de "pilhagem" nos últimos três anos por cidadãos estrangeiros, na sua maioria oriundos da Tanzânia e dos Grandes Lagos, que posteriormente colocam o marfim no mercado negro.

"Há dois anos, houve uma avalanche de entrada de cidadãos dos Grandes Lagos para prática da caça furtiva na Reserva do Niassa, o que contribuiu no índice de abate de elefantes, pois descobriram um mercado negro, sobretudo na Ásia, para a colocação dos 'troféus'", disse à Lusa João Muchanga, diretor provincial de Turismo de Niassa.