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Bastonário Advogados diz que não recondução de Cândida Almeida é "ato legítimo"

Lusa

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Lisboa, 19 fev (Lusa) - O bastonário da Ordem dos Advogados considerou hoje que a não recondução de Cândida Almeida no DCIAP um "ato legítimo", mas disse esperar que a decisão tenha sido tomada por razões de serviço e não por razões políticas.

"Isso não tem comentário nenhum, é um ato legítimo da senhora Procuradora, espero que não seja por razões políticas ou outras que não sejam razões de serviço", disse o bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, em declarações aos jornalistas no final da cerimónia de condecoração do antigo Procurador-Geral da República Pinto Monteiro, do ex-presidente do Tribunal Constitucional e do antigo presidente do Governo Regional dos Açores Carlos César.

Sublinhando que o mais importante agora não é comentar quem parte, mas "saber quem vem aí", Marinho Pinho disse esperar que o próximo responsável do DCIAP deve ser "um magistrado que ponha os objetivos da investigação criminal acima de todos os outros".