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Banco de Portugal diz que não pode ser exceção a esforço exigido aos portugueses

Lusa

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Lisboa, 04 jan (Lusa) -- O Banco de Portugal defendeu hoje que o seu estatuto de independência não pode ser argumento para se "dissociar" do esforço exigido aos portugueses, no dia em que foi conhecido que os seus trabalhadores terão cortes no subsídio de férias.

O governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, comunicou hoje aos trabalhadores que vão ter este ano cortes no subsídio de férias, à semelhança dos funcionários públicos, confirmou a Lusa junto de fonte das estruturas sindicais.

Os funcionários públicos terão este ano cortes progressivos no subsídio de férias para salários entre os 600 e os 1100 euros, limiar a partir do qual o subsídio é suspenso na totalidade. O ano passado, os cortes foram aplicados aos dois subsídios para todos os funcionários públicos, mas os trabalhadores no ativo do Banco de Portugal não foram atingidos.