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Banca: Ajuste ao programa da 'troika' só será possível se Portugal continuar a cumprir - presidente do BCP

Lusa

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Lisboa, 25 jun (Lusa) -- O presidente executivo do BCP disse hoje que um eventual "ajuste" às imposições da 'troika' para financiar Portugal só será possível se o país continuar a cumprir as metas acordadas.

"Estou totalmente convencido de que é importante para país continuar a cumprir as metas e o plano da 'troika', sabendo que esse é o melhor caminho para um reconhecimento do nosso esforço e criar as condições para que a prazo (curto ou médio) se permita algum ajuste ao plano", disse hoje Nuno Amado aos jornalistas, no final da assembleia-geral extraordinária do banco, em Oeiras, na Grande Lisboa.

Questionado sobre se das suas palavras se podia entender a necessidade da flexibilização do programa acordado entre Portugal e a 'troika' (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco central Europeu), Nuno Amado não foi explícito, mas voltou a reafirmar que o cumprimento das metas impostas "permitirá a prazo (curto ou médio) uma reorganização do plano que responda de forma eficaz" às necessidades que o país enfrenta.