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Autarca de Câmara de Lobos começou hoje a ser julgado por prevaricação

Lusa

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Funchal, 20 jun (Lusa) -- O presidente do município de Câmara de Lobos, na Madeira, que começou hoje a ser julgado conjuntamente com um arquiteto da autarquia por um crime de prevaricação, afirmou que despachou o processo do estabelecimento de restauração por "casualidade".

"Tínhamos delegação de competências. O dr. Sidónio tinha a competência do urbanismo. No período em que estava de férias, eu é que despachei [deferi o projeto]. Acontece aí uma casualidade", explicou o social-democrata Arlindo Gomes ao coletivo de juízes das Varas de Competência Mista do Funchal.

Em causa neste julgamento está a construção de um estabelecimento de restauração e bebidas que, alegadamente, viola planos de ordenamento.