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Austeridade: "Sabemos que é brutal" - Miguel Frasquilho

Lusa

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Lisboa, 12 set (Lusa) - O deputado do PSD Miguel Frasquilho admitiu hoje em nome do partido que as medidas anunciadas representam um corte "brutal" e admitiu que serão aumentados vários impostos, e cortadas despesas salariais em saúde e educação.

"Sabemos que é brutal. São os impostos que sobem. Vários impostos, incluindo IRS, IRC, Impostos de Selo, imposto sobre os rendimentos de capitais, impostos sobre bens e património de luxo, entre outros. São as contribuições sociais que também sobem, são muitos os reformados alvo de uma sobretaxa progressiva. Também são cortes nas despesas salariais em saúde, educação, nos apoios sociais, são cortes no chamado estado paralelo, institutos, Setor empresarial do Estado, Parcerias Público-Privadas, rendas garantidas em alguns setores protegidos", afirmou o vice-presidente da bancada parlamentar do PSD.

Na audição da equipa governamental do Ministério das Finanças na comissão permanente da Assembleia da República, que decorre esta tarde, Miguel Frasquilho sublinhou que o seu partido sabe que se trata de "uma extensa e duríssima lista de intenções e medidas" para cumprir a meta do próximo ano, equivalente a cerca de 4,9 mil milhões de euros, justificando esta necessidade com a falta de alternativas.