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Austeridade: PSD rejeita que novas medidas sejam imposto

Lusa

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Porto, 09 set (Lusa) -- O líder do grupo parlamentar do Partido Social Democrata (PSD), Luís Montenegro, negou hoje que as medidas de austeridade anunciadas na sexta-feira sejam um imposto, mas reconheceu que são um maior encargo para os trabalhadores.

Em conferência de imprensa hoje no Porto, Luís Montenegro respondia às críticas do antigo ministro das Finanças Bagão Félix, segundo quem o aumento do desconto feito pelos trabalhadores para a Segurança Social "não é uma taxa", mas sim um imposto.

"Não vou entrar na discussão técnico-jurídica. Objetivamente, do ponto de vista técnico e do ponto de vista jurídico esta opção não é um imposto. Isso não significa que não seja um encargo maior para quem trabalha na medida em que há um aumento que não pode esconder-se na contribuição que os trabalhadores fazem para a Segurança Social", declarou o deputado do PSD.