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Austeridade: Medidas são "quase um castigo" e tem de haver sinais de esperança - Cáritas

Lusa

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Lisboa, 09 set (Lusa) - O presidente da Cáritas Portuguesa afirmou hoje que as medidas de austeridade "são quase um castigo" para quem não tem culpa da situação do país e defendeu que têm de aparecer sinais de esperança.

Eugénio Fonseca comentou à agência Lusa as novas medidas anunciadas na sexta-feira pelo primeiro-ministro e disse que "isto é quase um castigo que está a cair sobre pessoas que não tiveram culpa da situação em que o país caiu".

"Não pode haver só esta política de cortes, tem de começar a haver sinais de esperança para a nossa gente que já está a ser altamente sacrificada", acrescentou o responsável da Cáritas.