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Associações lamentam que vítimas de tráfico humano paguem taxas moderadoras

Lusa

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Coimbra, 21 nov (Lusa) - Centros de acolhimento e proteção acusam o Ministério da Saúde de não haver isenção de taxas moderadoras na assistência médica dada a vítimas de tráfico de seres humanos em Portugal.

"Lastimamos que não haja legislação, ou interpretação da mesma, que permita que a vítima de tráfico humano esteja isenta de pagar taxas moderadoras", criticou Hernâni Caniço, presidente da organização Saúde em Português, de Coimbra, que gere o único centro de acolhimento para vítimas do sexo masculino.

A Saúde em Português "solicitou a isenção junto da Administração de Saúde Regional do Centro e responderam de que não há enquadramento jurídico para tal", explicou aquele dirigente à agência Lusa.