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Associação Nacional dos Guardas refuta acusações da Amnistia Internacional

Lusa

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Lisboa, 23 mai (Lusa) - A Associação Nacional de Guardas (ANAG-GNR) refutou hoje as acusações da Amnistia Internacional de "uso excessivo da força" numa operação da GNR em Cabanelas (Vila Verde), a 24 de setembro do ano passado.

No relatório anual da Amnistia Internacional, a ANAG-GNR "lamenta" que a organização "não tenha tido em conta todos os factos inerentes à operação da GNR realizada no acampamento de indivíduos de etnia cigana".

Em comunicado, a ANAG-GNR sustenta que a Amnistia Internacional "terá apenas validado a queixa do movimento SOS Racismo, que, na altura, acusou também os militares da GNR" de exercerem "extrema violência".