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Associação de cancro cutâneo propõe extinção total de solários

Lusa

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Lisboa, 08 mai (Lusa) -- A Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC) quer proibir os solários e propôs hoje uma alteração da legislação que aumente a "fiscalização efetiva" destes espaços e que gradualmente os encerre de vez.

"Não há fiscalização. Há solários em que os jovens, até universitários, porque há solários perto de universidades, se expõem prolongadamente", afirmou Osvaldo Correia, secretário geral da APCC.

Lembrando que no Brail, um dos países com mais experiencia na área do cancro cutâneo, os solários já estão proibidos, Osvaldo Correia salienta que na maior parte dos Estados membros da União Europeia vão estar proibidos a partir de 2014.