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Arranca projeto para erradicar fungo do milho e do amendoim de Moçambique

Lusa

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Nampula, 16 abr (Lusa) - Milho e amendoim de Moçambique contêm elevados índices de contaminação por aflatoxina, revelam estudos realizados pelo Instituto Internacional da Agricultura Tropical (ITTA), em parceria com instituições académicas e Ministério da Agricultura.

Na segunda-feira, o ITTA procedeu ao lançamento do projeto de controlo biológico para mitigar os efeitos negativos daquele fungo, que terá a duração de quatro anos e apoio financeiro do departamento da Agricultura dos Estados Unidos da América, em 1,6 milhões de dólares.

"A aflatoxina tem impacto negativo no comércio. Aqui, por exemplo, existem associações de produtores que fazem exportação do amendoim para a União Europeia, onde o mercado é altamente regrado. E o que acontece, muitas vezes, é o produto ser rejeitado, e isso é uma grande perda para os pequenos agricultores e exportadores", disse à Lusa João Augusto, coordenador do projeto.