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Arguidos do Nacional no processo de fraude e branqueamento em silêncio

Lusa

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Funchal, 11 mar (Lusa) - Dirigentes, ex-dirigentes e antigos jogadores do Nacional remeteram-se hoje ao silêncio na primeira sessão do julgamento de um processo sobre crimes de fraude, fraude qualificada, fraude contra a Segurança Social e branqueamento.

Ao tribunal coletivo, presidido pela juíza Micaela Sousa, os arguidos informaram que, para já, não iam prestar declarações, pelo que a sessão foi interrompida, continuando o julgamento, a decorrer nas Varas de Competência Mista do Funchal, na próxima segunda-feira, às 09:30, com a audição da primeira testemunha.

A sessão ficou marcada pelo requerimento do advogado Nuno Godinho de Matos, que pediu a extinção do crime de branqueamento relativo aos anos entre 2002 e 2004 e imputado aos dirigentes e antigos dirigentes do clube da Madeira, no que foi secundado pela quase generalidade dos causídicos.