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AR/Censura: PM defende estabilidade "custe o que custar"

Lusa

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Lisboa, 18 jul (Lusa) - O primeiro-ministro, Passos Coelho, defendeu hoje a "estabilidade, custe o que custar", a fim de Portugal cumprir os seus compromissos externos, embora ressalvando nunca ter "endeusado" aquele valor, no debate da moção de censura d' "Os Verdes".

"Nunca endeusei a estabilidade política. A estabilidade política é um meio para se chegar a um fim, mas, nesta altura, é um meio precioso", afirmou, acrescentando que a mesma "deve ser preservada custe o que custar" e que eventuais eleições antecipadas seriam um "desrespeito absoluto por todos os sacrifícios dos portugueses" em virtude da consequente "instabilidade" provocada.

Já o PCP e o PEV afirmaram que os portugueses já derrotaram e não suportam o executivo da maioria PSD/CDS-PP.