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AR/Censura: Com a alternativa do PCP acabaríamos a bater à porta do FMI ainda mais pobres -- Paulo Portas

Lusa

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Lisboa, 25 jun (Lusa) - O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros defendeu hoje que se Portugal seguisse a alternativa proposta pelo PCP de rasgar o atual programa de assistência financeira acabaria a bater à porta do FMI ainda mais pobre.

"Há uma conclusão a tirar deste debate: se o país rasgasse o memorando, voltasse ao endividamento, saísse do euro, há uma coisa de que o PCP pode ter a certeza, é que a vossa moção de censura levaria Portugal a ter de bater à porta do Fundo Monetário Internacional (FMI) mais pobre e em muito piores condições", afirmou Paulo Portas.

No encerramento do debate da moção de censura do PCP, no Parlamento, o ministro de Estado e presidente do CDS-PP sustentou que, na verdade, os comunistas sabem que "não há alternativa ao esforço enorme que Portugal meritoriamente está a fazer como nação" para "reaver a sua liberdade e autonomia o mais depressa possível" e nunca mais ter de pedir ajuda ao FMI.