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Apoios públicos para biocombustíveis são "fardo" para países da UE - Estudo

Lusa

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Lisboa, 17 abr (Lusa) - Os apoios públicos à indústria dos biocombustíveis vão ter "um peso significativo" nos orçamentos dos países comunitários, se a atual política para este setor ficar inalterada, concluiu um estudo hoje divulgado por organizações não-governamentais.

O comunicado da Quercus refere que o estudo realizado pelo Instituto Internacional para o Desenvolvimento Sustentável (IISD na sigla em inglês) mostra que, "a manter-se a atual política europeia para os biocombustíveis até 2020, os apoios públicos à indústria terão um peso significativo nos orçamentos dos países da União Europeia, alguns já endividados pela crise financeira".

O estudo do IISD destaca que os apoios públicos para os biocombustíveis "são da mesma ordem de grandeza que o custo de investimento necessário para a indústria automóvel reduzir as emissões de dióxido de carbono [CO2] dos novos veículos ligeiros de passageiros, um investimento que poderia evitar a emissão de 40 milhões de toneladas de CO2, e ser compensado através da redução das importações de petróleo".