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"Apetite voraz" da China poderá fazer desaparecer madeira nobre de Moçambique - associação

Lusa

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Pequim, 29 nov (Lusa) - O "apetite voraz" da China por madeira, combinado com a corrupção e a fraca aplicação das leis em Moçambique, poderá levar o país lusófono a perder toda a sua madeira nobre em cinco anos, alerta um relatório hoje divulgado.

Intitulado "Apetite por destruição: O comércio chinês de madeira ilegal", o relatório, lançado em Pequim pela Agência de Investigação Ambiental (AIA), acusa a China de ser atualmente o maior consumidor de madeira ilegal, importando madeira roubada por organizações criminosas em grande escala.

Embora os últimos dez anos tenham registado um enorme progresso na proteção das florestas em todo o mundo contra a exploração madeireira ilegal - com os EUA, a UE e a Austrália a proibirem a entrada de madeira ilegal nos seus mercados - a China está a minar esses avanços, alerta a organização sediada em Londres.