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Aparecimento de crack e recaídas de heroína preocupam autoridades de saúde

Lusa

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Lisboa, 17 out (Lusa) -- O número de pessoas em unidades de tratamento de dependentes está a aumentar, com o recrudescimento do consumo de heroína, o aparecimento de novas drogas altamente aditivas, como o "crack", e o aumento do consumo de álcool, como anti-depressivo.

A revelação foi feita hoje pelo presidente do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD), João Goulão, durante a apresentação do relatório do "Movimento Clínico IDT 2001 -- 2012", em Lisboa.

"Temos um aumento da população em acompanhamento nas unidades dedicadas ao tratamento de dependentes. É uma população constituída por três componentes: pessoas com problemas ligados ao álcool, ao uso de substâncias ilícitas e outro tipo de população que recorre aos nossos serviços - sejam pais que procuram orientação para lidar com problemas em casa, sejam jovens referenciados pelas comissões de proteção de crianças e jovens em risco", afirmou.