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António Borges diz que corte de 4 mil milhões é "questão acessória"

Lusa

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Redação, 09 fev (Lusa) -- O consultor do Governo António Borges considera o corte de quatro mil milhões nas funções do Estado uma "questão acessória" e diz, em entrevista à TSF e ao Dinheiro Vivo, que é preciso fazer reformas de fundo.

Segundo o antigo diretor do departamento europeu do Fundo Monetário Internacional, o corte de quatro mil milhões é "um corte relativamente marginal" quando comparado com as reduções que têm vindo a ser feitas nos últimos dois anos.

"A questão de fundo é saber se vamos fazer reformas porque os grandes cortes que se fizeram até agora foram relativamente horizontais, sem muita seletividade. O que é preciso é efetivamente reformar o sistema", disse Borges, para quem há muitas opções e se devia ir procurar à Europa o que há de melhor para adaptar ao caso nacional.