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Antigos assessores de Ariel Sharón refutam envenenamento de

Lusa

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Jerusalém, 07 nov (Lusa) -- Dov Weisglas e Raanán Guisin, dois dos principais assessores do primeiro-ministro israelita Ariel Sharón garantiram que as acusações contra o país por alegado envenenamento de Yasser Arafat são infundadas porque em 2004 o líder palestiniano "já estava marginalizado".

Dov Weisglas, homem de confiança de Sharón, explicou que entre 2001 e 2002 Arafat foi prejudicial para a política da região, "mas em 2004 já estava à margem da política palestiniana".

"Do que sei, durante o período em que estive à frente do gabinete do primeiro-ministro, ninguém pensou em envenenar Arafat ou provocar-lhe qualquer dano físico", disse à edição eletrónica do diário "Yediot Aharonot" ao salientar também que o antigo líder palestiniano estava confinado a Mukata, a sede da Autoridade Palestiniana em Ramala, afastado dos acontecimentos.