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Antigo número dois da Renamo diz que "não faz sentido" desarmar o movimento

Lusa

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Maputo, 22 jul (Lusa) - O ex-número dois da Renamo, principal partido da oposição moçambicana, considerou "sem sentido" a exigência do Governo de desarmamento dos antigos guerrilheiros do movimento, enquanto as forças de defesa e segurança atuarem a favor do partido no poder.

O Governo moçambicano exige que a Renamo (Resistência Nacional de Moçambique) desarme um contingente residual da sua antiga guerrilha, como parte das medidas para resolver a tensão política que se verifica no país, em torno da lei eleitoral.

Vários analistas defendem que a Renamo tem nos seus homens armados um meio de pressão sobre o Governo nas questões que opõem os dois lados em torno das negociações em curso à volta da situação política no país.