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Andy Murray defende regime antidoping mais rigoroso no ténis

Lusa

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Melbourne, Austrália, 19 jan (Lusa) -- O britânico Andy Murray, número três mundial, defendeu hoje um sistema antidoping mais rigoroso no ténis, incluindo passaportes biológicos e mais testes sanguíneos, para manter o desporto limpo após o escândalo com o ex-ciclista Lance Armstrong.

"Penso que algo que todos os desportos estão a tentar fazer neste momento é melhorar os seus controlos antidoping, para ter a certeza de que são o mais limpos possível. Se isso significa mais testes sanguíneos ou passaportes biológicos, então é algo que temos também de fazer e melhorar no ténis", referiu.

Na sexta-feira, o número um mundial, o sérvio Novak Djokovic, disse que não tinha feito qualquer teste ao sangue nos últimos seis, sete meses, sendo que Murray adiantou que o seu sangue tem sido testado quatro a seis vezes por ano.