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Alemanha/Eleições: "Mini-empregos" e precariedade preocupam jovens

Lusa

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Berlim, 17 set (Lusa) - Asmira faz parte dos 1,3 milhões de alemães que juntam vários empregos precários para ganhar a vida, trabalhando para uma empresa de calçado e, ocasionalmente, vendendo "pretzels" numa banca no centro de Berlim.

Enquanto estuda Design de Comunicação, sustenta-se com um emprego em que trabalha dois ou três dias por semana, com horário variável, sem contribuir para a Segurança Social e sem qualquer segurança.

"Quando a empresa quer, despede e acabou", afirmou à agência Lusa, considerando que, para o seu caso, é um modelo de trabalho que lhe permite conciliar com os estudos, mas não uma aspiração para o futuro.