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Ajuda externa: FMI recomenda prudência a estimar benefícios da reforma do IRC

Lusa

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Lisboa, 13 nov (Lusa) - O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou hoje que é preciso "prudência a estimar os potenciais benefícios da reforma [do IRC - Imposto sobre o Rendimento de Pessoa Coletiva] no crescimento", alertando que pode "favorecer os setores não transacionáveis".

O Governo pretende reduzir a taxa de IRC dos 25% para os 23% em 2014, num diploma autónomo ao Orçamento do Estado para 2014 e que inclui também medidas de simplificação das obrigações fiscais.

No seu relatório sobre a oitava e nona revisões do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF) a Portugal, hoje divulgado, o FMI considera que a reforma do IRC "pode ajudar a promover o investimento e o crescimento" mas recomenda "prudência" nas estimativas do crescimento potencial que pode provocar.