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Ajuda Externa: FMI admite reforma mais ambiciosa nas indemnizações por despedimento

Lusa

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Lisboa, 13 jun (Lusa) - O Fundo Monetário Internacional (FMI) lamenta que o abrandamento da reforma das indemnizações, que reduziu a compensação para 12 dias por ano de trabalho, e diz que este limite pode ainda ter de baixar para promover a flexibilidade salarial.

"Os técnicos lamentaram a suavização da reforma [das indemnizações], uma área em que pode ainda ser necessária uma reforma mais ambiciosa para promover a flexibilidade salarial", mas reconhecem que "o pagamento médio das indemnizações vai ser reduzido, aproximando-se significativamente mais da média europeia", refere o FMI na sua análise no âmbito da sétima avaliação do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF) de Portugal, hoje divulgada.

A instituição liderada por Christine Lagarde afirma que, "confrontadas com pressões significativas para alterar as leis sobre o pagamento de indemnizações, as autoridades [portuguesas] destacaram que há margem para alterar ligeiramente a reforma atingindo os mesmos objetivos".