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Ajuda externa: Faz sentido discutir flexibilização do cumprimento do programa português -- Passos Coelho

Lusa

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Lisboa, 13 mar (Lusa) - O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, defendeu hoje que faz sentido discutir uma flexibilização do cumprimento do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF) a Portugal nesta sétima avaliação, que disse não estar ainda concluída.

"Faz todo o sentido que coloquemos em discussão, como o fizemos, de resto, no quinto exame regular, a necessidade de fazermos o ajustamento em matéria de flexibilização do cumprimento do nosso programa em termos que nos permitam realizar, prosseguir e tornar estável e durável os esforços de correção dos nossos desequilíbrios, por um lado, e de manter a nossa aposta na criação de condições estruturais para que a economia volte a crescer no médio e no longo prazo", afirmou o primeiro-ministro.

Pedro Passos Coelho, que falava na Assembleia da República, durante um debate de preparação do Conselho Europeu desta semana, alegou que, "à partida para esta avaliação" da 'troika', Portugal apresentou "um conjunto de resultados que são importantes" em termos de correção de "desequilíbrios profundos", que justificam a discussão de um "ajustamento em matéria de flexibilização".