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Ajuda externa: Banca está mais sólida desde chegada da 'troika', mas prejuízos bateram recordes

Lusa

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Lisboa, 23 fev (Lusa) -- Quase dois anos depois do pedido de ajuda externa, e em vésperas da 7.ª avaliação da 'troika', os bancos estão hoje mais sólidos, apesar dos prejuízos históricos que tiveram de assumir e da significativa queda do crédito à economia.

A chegada a Portugal da 'troika', em maio de 2011, significou fortes mudanças para os bancos portugueses e levou mesmo o presidente do BPI, Fernando Ulrich, a dizer que o setor bancário foi o "pior tratado" no acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), a Comissão Europeia (CE) e o Banco Central Europeu (BCE). Isto depois de os presidentes dos principais bancos terem precipitado o resgate quando, no início de abril, consideraram em entrevistas televisivas que este era "urgente" porque não podiam continuar a financiar o Estado.

O reforço dos rácios de capital é a principal exigência com que os bancos se debatem desde então.