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AIP considera "urgente" alteração à Lei da Greve sobretudo o "caráter irrestrito"

Lusa

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Lisboa, 06 dez (Lusa) -- A Associação Industrial Portuguesa (AIP) defendeu hoje que é urgente a reformulação da Lei da Greve, nomeadamente o "exercício irrestrito do direito", devido à situação de emergência nacional que o país atravessa, decorrente das sucessivas greves nos portos.

A AIP junta-se assim à Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), que já defendeu "a necessidade" de uma alteração à Lei da Greve, a propósito da paralisação nos portos, considerando que a própria Constituição dá margem para uma alteração legislativa.

Em comunicado, a AIP considera que "a situação de emergência nacional que o país atravessa (...) torna inadequada e de urgente reformulação alguns preceitos do contrato social existente no país, como é o caso do exercício irrestrito do direito à greve".