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Advogados de angolano detido por "ultraje ao Presidente" exigem libertação imediata

Lusa

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Lisboa, 06 nov (Lusa) -- Os advogados de defesa do menor angolano detido por "ultraje ao Presidente", que cumpriu um dia de greve de fome, apresentaram um requerimento à Procuradoria-Geral da República exigindo a sua libertação imediata.

Manuel Nito Alves, de 17 anos, está detido desde 12 de setembro, por "ultraje ao Presidente", por ter usado uma t-shirt em que apelidava José Eduardo dos Santos de "ditador" durante uma manifestação antigoverno.

Em declarações telefónicas à Lusa, quando saía da prisão onde Nito Alves está detido, Salvador Freire dos Santos, um dos advogados de defesa, recordou que o ativista está detido há mais de 45 dias, período máximo de prisão preventiva para casos como este. Por isso, "a Procuradoria-Geral da República estará já em condições de o soltar para aguardar julgamento fora da cadeia", realçou.