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Administrações de Saúde assumem lacunas, mas garantem resposta às dependências

Lusa

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Redação, 24 ago (Lusa) - As Administrações Regionais de Saúde (ARS) admitem lacunas nos serviços ao nível de recursos técnicos, sobretudo de médicos e enfermeiros, mas garantiram à agência Lusa que têm salvaguardado a capacidade de resposta na área do combate às dependências.

A maioria das entidades sublinha que a falta de pessoal tem sido colmatada com recurso a horas extraordinárias, contratações a tempo parcial e "outsourcing", tendo ainda sido lançados concursos públicos para contratação de profissionais especializados para trabalharem na área das adições.

Perante recentes aposentações e por força da lei do orçamento, que veio impedir a prestação de serviços em regime de acumulação, a ARS de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) "viu-se obrigada a reduzir 82 horas de enfermagem e 76 horas de assistentes" e a avançar para o pagamento de horas extraordinárias a enfermeiros e assistentes operacionais.