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"A banca é o osso mais duro de roer nestas negociações [das PPP]" -- Jorge Coelho

Lusa

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Lisboa, 27 fev (Lusa) -- O antigo ministro das Obras Públicas, Jorge Coelho, afirmou hoje no Parlamento que "a banca é o osso mais duro de roer nestas negociações" dos contratos das Parcerias Público-Privadas (PPP), defendendo que "a banca não pode mandar no país".

"A banca é o osso mais duro de roer nestas negociações", defendeu o antigo governante socialista, que recentemente deixou a presidência executiva da Mota-Engil, considerando que "tem que haver um cuidado grande nas negociações".

Aos deputados, Jorge Coelho defendeu que "a banca não pode mandar num país nem pode mandar no Governo", acrescentando que "também a 'troika' não pode mandar em Portugal".