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600 mil pessoas alvo de exploração laboral e sexual no Médio Oriente - estudo

Lusa

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Amã, 09 abr (Lusa) - A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que pelo menos 600 mil pessoas sejam alvo de exploração laboral e sexual no Médio Oriente, revela um estudo hoje divulgado por este organismo das Nações Unidas.

Baseando-se nas conclusões do estudo intitulado "Enganados e Presos: Tráfico Humano no Médio Oriente", a OIT apela para uma revisão das práticas de emprego na região e exige o fim do "sistema kafala", uma prática habitual nos estados árabes do Golfo Pérsico.

Esse sistema obriga a todos os trabalhadores migrantes não qualificados que queiram trabalhar em países como a Jordânia, Kuwait, Líbano, Arábia Saudita, Bahrein ou Emirados Árabes Unidos a terem um 'patrocinador', geralmente o seu empregador, que fica responsável pelo seu visto e permanência no país.