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O Apelo da Selva comentado pelos nossos leitores

Ler Faz Bem

Foram muitos os comentários que nos chegaram no âmbito do desafio da iniciativa Ler Faz Bem, que oferece junto com a VISÃO um livro gratuito por mês. Conheça as opiniões vencedoras

Os melhores três comentários, eleitos pela direção da VISÃO e pela direção de marketing, ganham um conjunto de dois livros de colecionador: Alice no País das Maravilhas, anotado por Rui Reininho e ilustrado por João M.P. Lemos e O Principezinho anotado por José Luís Peixoto e ilustrado por Hugo Makarov. Os comentários em video terão vantagem.

Conheça os vencedores

ANDANTE, Associação Artística VEJA AQUI

Helena Bracieira enviou este vídeo

Maria Eunice Teixeira

"Este título andava a brincar às escondidas comigo, desde que me lembro. Era mais um daqueles livros que, ano após ano, pensamos ler, mas que ficava sempre adiado.

Este ano, a Visão colocou-me nas mãos um livrinho a que não consegui resistir. Manuseei-o repetidas vezes, tão pequenino… Leio já… Não… Espero… O Apelo da Selva transformou-se num apelo de leitura e, também eu, não resisti.

Ainda bem que escolhi ler; ler já, antes que fosse novamente preterido. Que bem que me soube ler a história de Buck, que é a história da cobiça, da crueldade e da loucura humanas, mas também da coragem, da amizade, da lealdade e da justiça.

Arrastado para as longínquas e gélidas terras do Norte, em plena corrida ao ouro, Buck demonstra uma inteligência e uma astúcia notáveis, que lhe permitem adaptar-se e sobreviver até encontrar a justiça e a amizade num homem, a quem amou e foi fiel, para além da morte e do irresistível apelo da selva.

A história de Buck e dos seus companheiros é, também, a história do Homem, capaz dos actos mais vis e dos mais nobres, capaz de sofrer, de amar, de ter

esperança, de se adaptar, resumindo, de ser Humano. Esta é uma das histórias mais humanas que li."

Outras participações

Fátima Oliveira

"Este livro trata da transformação de um cão domesticado no chefe de uma alcateia de lobos. Esta transformação acontece através da fome, dos maus-tratos e até da luta com outros cães. O cão, Buck, inicia a narrativa cheia de crença na bondade dos humanos. Depois é raptado e conhece dois donos que despertam nele os instintos selvagens. Por último um dono que o trata bem, mas o “apelo da selva” impele-o para se juntar a uma matilha de lobos, desligando-se dos humanos.

A estória de Buck representa o regresso ao ser primitivo através de progressivas adaptações ao meio. Jack London elogia aqui a importância da coragem, da simplicidade e da dignidade.

Nota-se aqui a influência do darwinismo social: a primazia do indivíduo perante a sociedade e o Estado, e a natureza como fonte da verdade, incluindo a verdade moral."

Ana Rodrigues

“Razão ou Coração? O que falará mais alto? Ao ler este livro essa questão será certamente levantada pelos leitores. A única certeza é que não podemos fugir ao que é inato... caberá a cada um “escolher” o seu caminho...para ser FELIZ!”