Jornal de Letras

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Perfil

  • Autobiografia Jorge Listopad: Na escada rolante

    JORNAL DE LETRAS. Colaborador do JL desde os primeiros números, escritor, professor e encenador, Jorge Listopad, checo que vivia desde a década de 50 em Portugal, morreu no domingo aos 95 anos, em Lisboa. Listopad encenou cerca de 60 peças de teatro e escreveu diversas obras de prosa, poesia e ensaio, em checo, português e francês. Republicamos aqui a 'autobiografia' que escreveu para o JL, em 2002

  • Teatro e Dança

    Helena Simões

    Teatro: Doce América

    Rui Mendes é o autor e encenador da peça América, Suiteamérica, inspirada em dois clássicos dos anos sessenta: George (1961) e Torrão de Açúcar (1968).

  • Sofia Soromenho: Retrato do corpo enquanto corpo

    Segundo Parágrafo é um trabalho coreográfico da autoria de Sofia Soromenho, colaboradora regular do JL, com as bailarinas Anouschka Freitas, Daniela Serra e Rebeca Sacasi e música de Vítor Rua. A peça, estreada em 5 de novembro na SMUP, tem apresentações agendadas para o Auditório Fernando Lopes Graça, em Cascais, nos dias 13 e 14 de maio, para o Teatro Sá da Bandeira em Santarém, no dia 25 de junho, e para a Rua das Gaivotas 6, em Lisboa, nos dias 30 de setembro e 1 de outubro.

  • Tiago Guedes: Festival Dias da Dança

    Comemora-se a 29 de abril o Dia Mundial da Dança. Por várias zonas do país, festivais vão celebrar esta data. O Norte será entretido pelo festival Dias da Dança. Leia aqui a entrevista a Tiago Guedes, diretor artístico do Teatro Municipal do Porto e um dos grandes impulsionadores do Festival.

  • Maria do Céu Guerra - Portugal pela Claraboia

    Um 'fresco' Portugal nos anos 50, visto através da Claraboia, o romance de José Saramago no palco de A Barraca estreou na quinta-feira, dia 10, no Cinearte, em Lisboa. Um espetáculo encenado por Maria do Céu Guerra, que abre um ciclo que a companhia vai dedicar ao Nobel da Literatura.

  • Graça Morais e Jorge Listopad no Teatro da Garagem

    Graça: suíte teatral em três movimentos, um espetáculo dedicado a Graça Morais, estreia amanhã, quinta-feira, 15, no Teatro Taborda, em Lisboa. É a nova produção do Teatro da Garagem que inaugura um ciclo de "teatro documental", segundo o encenador e dramaturgo Carlos J. Pessoa, que dirige a companhia. Com textos da pintora e do escritor Antonio Tabucchi, a peça surge de um encontro "feliz" com a artista e ao abrigo de uma antiga colaboração com o Teatro Municipal de Bragança."A obra de Graça Morais é política, como assume, e nela há um empenhamento cívico em causas que considera importante refletir na sua arte. E isso agrada-me muito", adianta o encenador ao JL. "Também entendo que a arte é política, tenho dificuldade de a entender desvinculada de um compromisso com os outros e com a tentativa de pensar sobre a sociedade em que vivemos. E nessa medida foi fantástico trabalhar neste espetáculo, uma oportunidade de admirar a sua pintura e dar-lhe a relevância que merece".

  • Teatro e Dança

    Helena Simões

    Os 20 anos dos Artistas Unidos

    A 18 de setembro de 1995 estreava no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian, integrado na 9ª edição dos Encontros Acarte, António, Um Rapaz de Lisboa, de Jorge Silva Melo, e do numeroso elenco desse espetáculo nascia os Artistas Unidos - AU. Vinte anos passados, a 18 de setembro, comemorámos esse aniversário, na sede dos AU (no Teatro da Politécnica) que, depois de muitos lances, lhes foi concedida em 2011.  Assisti ao primeiro espetáculo, neste teatrinho ao Príncipe Real, Não se brinca com o Amor, de Alfred de Musset, onde pela primeira vez vi representar Catarina Wallenstein numa ingénua e cruel Camille e constatar a fulgurância de Elmano Sancho, recém-chegado de Paris, no seu apaixonado Perdican.