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Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal

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Música, cinema, dança, exposições, video arte e muito mais integram a programação da 4.ª edição do Lisboa na Rua, que inaugura a 16 de agosto e se prolonga - em praças, miradouros, coretos e jardins - até 16 de setembro

Francisca Cunha Rêgo

Trinta dias de muita música, cinema, dança, exposições, vídeo arte e workshops, em praças, miradouros, coretos e jardins compõem a programação da 4.ª edição do Lisboa na Rua, que se inaugura com um concerto da Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal, a 16, às 19 horas, no Largo do Intendente. Uma iniciativa da EGEAC, que se prolonga até 16 de setembro, e que "deseja transformar todos os que não receiem a ilimitada busca, em viajantes da cidade, caçadores de sensações, reféns da sua própria imaginação", como se pode ler na nota de apresentação. O símbolo desta edição é uma andorinha desenhada com um corpo-cubista "metáfora das múltiplas facetas que transportam a diversidade de experiências e sensações desta edição", lê-se ainda.

A Arte da Big Band, Clássicos na Rua, Fitas na Rua, Bal Moderne, Projeto Vicente e Meo Out Jazz são os 'capítulos' do festival. A que se somam a iniciativa Ikea Hottël, um projeto de um hotel a céu aberto no Jardim da Estrela (a 18 e 19 de agosto, com entrada livre) e o concerto de homenagem a Luiz Gonzaga, a 14 de setembro, às 19, no coreto do Jardim Henrique Lopes de Mendonça (em frente ao Liceu Camões).

Em A Arte da Big Band, sempre às 19, destaque para a Orquestra Jazz de Leiria, a 23 de agosto, no Parque das Conchas; e para a Tora Tora Big Band, a 30, no Jardim de Campolide. Clássicos na Rua são cinco concertos do Quinteto de Sopros da Metropolitana, sempre aos domingos, às 19. A 19 de agosto, no Reservatório da Mãe d'Água, a 26, na Alameda Dom Afonso Henriques. E a 2, 9 e 16 de setembro, respetivamente, no Jardim do Arco do Cego, Jardim Fernando Pessa e Praça Luís de Camões. Fitas na Rua traz cinema, em português, para ver ao ar livre, aos sábados e domingos, às 22. Lisboa, Crónica Anedótica, de Leitão de Barros, a 18 de agosto, no Jardim do Príncipe Real; Salitre, de Leonor Novo, e Verdes Anos, de Paulo Rocha, a 19, no Jardim Fernando Pessoa; Julian, de António Silva, e Xavier, de Manuel Mozos, a 25, no Jardim do Aqueduto das Águas Livres. A artista do Bal Moderne é Anne Teresa De Keersmaeker e a sua Companhia Rosas que, dias 8 e 9 de setembro, a partir das 18 horas, na Praça do Martim Moniz ensinam coreografias, de 3 ou 4 minutos, concebidas especialmente para pessoas sem experiência em dança.